24/04/2017

PULSEIRAS #119

Deixo-vos mais duas peças dedicada às mães e avós - uma pulseira TINY SPECIAL MÃE e pulseira TINY SPECIAL MÃE.

Pulseiras com uma peça oval em alumínio (material super leve, que não oxida nem deforma) com o texto "A melhor mãe do mundo" e "a melhor avó do mundo, com coroa recortada e coração gravado com cordão de camurça colorido (existem várias cores: preto, amarelo, verde menta, coral, branco, castanho,...) e missangas em zamac prateado (material com banho de prata que não oxida nem deforma).

O texto e as cores da camurça podem ser alterados a seu gosto, basta que envie mensagem via  instagram ou facebook ou email para fioapaviobazar@gmail.com.

Ousam?



21/04/2017

MEMÓRIAS DE UMA MÃE EM CONSTRUÇÃO #14


15 de Setembro


Estava marcado para hoje o encontro com a Psicóloga Ana Oliveira  da Ava Clinic. Dia de apagar todas as luzes de dúvidas da arvore de natal que se criara nas nossas cabeças.
A verdade é que não estávamos preparados para o que estava à nossa espera. Se na nossa cabeça existiam muitas perguntas sem respostas a verdade é que saímos de lá com um número ainda maior de respostas sem perguntas e de perguntas sem respostas. Pior, é que teríamos de ser nós a encontrar essas peças de puzzle para que tudo fizesse sentido.
Conversámos tanto!! Ouvimos ainda mais!! Apagámos duvidas, fomos confrontados com tantas outras. Falámos de coração aberto e recebemos muito… a Dra. Ana foi mais uma bênção que alguém nos colocou no caminho. Não, ela não nos deu as soluções mas guiou-nos na direção do que o nosso coração já nos dizia. Chegámos lá com um novelo de pensamentos em que não conseguíamos encontrar nem o fim nem o inicio e saímos de lá com uma meada… tudo organizado e à espera de uma decisão da nossa parte. Mais uma pessoa de luz num caminho que tinha zonas muito escuras.
Começámos por abordar o tema da adoção e em que eu coloquei em cima da mesa tudo o que me atormentava: o egoísmo de não ter aceite esta como uma opção realista e imediata para nós, não por medo de não amar essa criança mas sim com medo da perda, de um dia chegar aquele momento em que legitimamente ele teria a curiosidade de procurar a sua família de sangue; o medo de não estar à altura desse momento, o medo de falhar… e é tão bom quando do outro lado há alguém que nos diz que esta é a uma reação natural e que se fosse este o caminho este sentimento iria sendo atenuado e finalmente iriamos conseguir viver com ele sem grandes dramas.
Mas e se optássemos pela doação de óvulos de uma dadora viva? Era importante para nós a herança genética? Era importante que eu, como mãe (porque é assim que a lei designa a mulher que recebe óvulos de uma dadora, mãe com plenos direitos), conseguiria viver com o facto do meu filho não ter a minha carga genética? (jamais tinha pensado nisso) era isso impeditivo para mim? E caso avançássemos para esta solução a quem iriamos contar? Aos meus pais? Aos meus sogros? E se nos divorciássemos entretanto e essas pessoas fossem maldosas e usassem isso contra mim? Acho que não tenho palavras para vos descrever o que foi digerir a informação que nos era debitada de forma doce pela nossa querida psicóloga. Olhávamos um para o outro sem saber o que era o correto e apenas verbalizávamos as enormes duvidas que se iam formando no momento. Mas as questões continuavam: contaríamos aos médicos dos nossos filhos? Sim? Não? E se não o fizéssemos e um dia eles nos mandassem fazer um teste de ADN por causa de uma doença cronica, por exemplo, iriamos lembrar-nos que o meu teste não era válido (apesar de existirem estudos que dizem que o ovulo de uma dadora acaba por adquirir algumas características da mãe/recetora) e que teríamos de contactar a clinica, que por sua vez entraria em contacto com a recetora e ela sim teria de facultar todas as informações necessárias, garantindo assim que não existiria qualquer contacto connosco. E no caso de não contarmos ao nosso filho e se ele um dia se apaixonasse, decidisse casar e ter filhos e por acaso (porque por  muito ínfima que fosse essa hipótese ela era possível) essa pessoa fosse sua meia irmã?
Rapidamente olhámos um para o outro e respondemos: contamos claro. E quando? Perguntava a Dra. Ana. Aos 3? Aos 6? Aos 11? Quando atingisse a maioridade? Quando esse momento do anuncio do namoro chegasse? Nesta fase sentia a minha cabeça a rebentar de dúvidas e só me apetecia chorar e gritar NÃO SEI NÃO SEI NÃO SEI…  não sabia mesmo. Não sabíamos. Não estávamos preparados para tantas perguntas, para pensar tão para a frente. Não estávamos mesmo preparados para esta antevisão do futuro…  E mais uma vez a Dra. Ana com a sua voz doce e calma nos disse que tudo o que estávamos a viver era normal, que a idade ideal (neste momento) seria a fase em que as crianças começam a ter noção do seu espaço de privacidade, em que sabem o significado do que é um segredo e essa idade será mais ou menos pelos 10/11 anos (antes da adolescência).
Mas as questões não se ficaram por aqui… se optássemos pela doação de óvulos uma das coisas que mais me incomodava era Porquê? O que leva uma mulher saudável a doar óvulos a um casal que procura esse sonho? Acho que acabamos todos por pensar que essas pessoas serão altamente altruístas e de uma bondade inesgotável, porem a realidade que a Dra. Ana nos explicou é bem diferente. Uma dadora de óvulos fá-lo com a mesma normalidade de uma dadora de sangue ou de medula. São mulheres que rondam os 22/30 anos, saudáveis, que têm Planos para os quais não têm viabilidade económica e que veem aqui uma forma de o conseguir. Fazem-no na maioria das vezes por questões financeiras (ainda que para nós possíveis recetores esse valor fosse demasiado baixo perante a alegria que elas nos poderiam proporcionar). Na verdade segundo a Dra. são poucas as que se interessam sobre o que acontece aos próprios óvulos, não havendo qualquer ligação afetiva. Ou no limite apenas perguntam se a mãe os recebeu e eles vingaram.
As nossas cabeças pareciam uma daquelas cadeias de fabricas em que uma garrafa havia caído e estava a provocar um congestionamento em toda a produção… a informação entrava e não conseguia ser processada. Eu lia isso nos olhos do João e as lagrimas que escorriam pelos meus eram só mais um sinal do quanto me sentia perdida.
Nós “SÓ” queríamos um bebe gerado do fruto do nosso amor e não resultado de um desejo de uma mulher que quer fazer o Erasmus e não tem dinheiro para o fazer e por essa razão recorreria à doação de óvulos. Mas e se fosse esse o nosso caminho? E se…


(continua)

FIOS #100 e PULSEIRAS #118

Mais 4 peças especialmente criadas a pensar nas AVÓS e MÃES que tanto amor nos dedicam: duas pulseiras AMULETS WITH MESSAGES e dois fios KEEP IT SIMPLE.

Pulseira AMULETS WITH MESSAGES MÃE PAWMM11 - Pulseira com aro de alumínio rijo, mas ajustável, que não perde cor nem oxida super leve, personalizada com medalha de 27mm de diâmetro com texto "És tudo para mim mãe" em alumínio +  medalha de zamac em forma de coração + peça a dizer Believe em zamac  (material com banho de prata que não oxida nem perde a cor) + medalha de 15mm de diâmetro em aço com oração do anjo da guarda "anjo da guarda minha companhia, guardai a minha alma de noite e de dia"

Pulseira AMULETS WITH MESSAGES MÃE PAWMM12 - Pulseira com aro de alumínio rijo, mas ajustável, que não perde cor nem oxida super leve, personalizada com medalha 25mm de diâmetro coroa recortada e texto "adoro-te Mãe" em alumínio +  medalha de zamac em forma de mão de Fátima+ peça a dizer Believe em zamac  (material com banho de prata que não oxida nem perde a cor) + medalha de 15mm de diâmetro em aço com oração do anjo da guarda "anjo da guarda minha companhia, guardai a minha alma de noite e de dia"

Fio KEEP IT SIMPLE REF.FKIS44 - um fio de aço com cerca de 50cms, malha simples com elos achatados, e medalha com cerca de 25mm de diâmetro, com coração recortado e gravação "És uma grande Mãe e uma super Avó"

Fio KEEP IT SIMPLE REF.FKIS45 - um fio de aço com cerca de 46cms e com extensor que permite aumentar até aos 51cms, malha simples com bolinhas pontuais, e medalha com 15mm de diâmetro e com gravação da oração do anjo da guarda "anjo da guarda minha companhia, guardai a minha alma de noite e de dia"

É possível trocar medalhas e malhas de fios e pulseiras para tal  basta que envie as suas questões para fioapaviobazar@gmail.com ou mensagem privada via FACEBOOK ou INSTAGRAM 

Ousam?






19/04/2017

FIOS #100

Mais um dia especial se aproxima, o primeiro domingo do mês de Maio, que este ano é a 7 de Abril, o DIA DA MÃE. O dia em que se comemoram as mulheres mais especiais das nossas vidas: Mães e Avós!

Este ano para além de algumas peças que já se tornaram um sucesso na coleção da FIOAPAVIO apresento-vos 4 soluções em aço (material que está muito em vogue neste momento)

Fio KEEP IT SIMPLE 40 - um fio de aço com cerca de 50cms, malha simples, e conjunto de medalhas (uma com acabamento prateado de forma irregular com cerca de 25mm diâmetro + gravação "Adoro-te" com outra mais pequena sobreposta com acabamento dourado com cerca de 10mm e forma de palavra "Avó"

Fio KEEP IT SIMPLE 41 - um fio de aço com cerca de 50cms, malha simples, e conjunto de medalhas (uma com acabamento prateado de forma irregular com cerca de 25mm diâmetro + gravação "Adoro-te" com outra mais pequena sobreposta com acabamento dourado com cerca de 10mm e forma de palavra "Mãe"

Fio KEEP IT SIMPLE 42 - um fio de aço com cerca de 46cms e com extensor que permite aumentar até aos 51cms, malha simples com bolinhas pontuais, e medalha com 20mm de diâmetro com coroa recortada e gravação "Mãe és a minha"

Fio KEEP IT SIMPLE 43 - um fio de aço com cerca de 46cms e com extensor que permite aumentar até aos 51cms, malha simples com elos achatados, e medalha com cerca de 10mm recortada em forma de coroa e com strass (brilhante) transparente.

É possível trocar medalhas e malhas de fios para tal  basta que envie as suas questões para fioapaviobazar@gmail.com ou mensagem privada via FACEBOOK ou INSTAGRAM 

Ousam?




12/04/2017

MEMÓRIAS DE UMA MÃE EM CONSTRUÇÃO #13




31 de Agosto



Hoje deveria ser o dia da transferência de óvulos fecundados… o dia em que teríamos dado mais um passo rumo à concretização do sonho. Mas não! Foi apenas mais um dia de respirar fundo e reformular expectativas. Perguntaram-nos se queríamos adiar esta consulta, mas não! Eu preciso sempre de saber com o que posso contar, preciso sempre de ver mais à frente e o João entende isso… respeita as minhas necessidades e por isso mesmo fizemos questão de conversar com o Dr. Paulo Vasco para procurar algumas respostas.

Dirigimo-nos à AVA para mais uma consulta e à nossa espera o mesmo sorriso de cumplicidade que sempre nos acompanhou desde o primeiro momento. E agora? O que fazemos agora? Eu e o João tínhamos tantas duvidas mas acima de tudo queríamos ouvir… precisávamos de ouvir alguma coisa que nos desse alento. Mal sabíamos que estaríamos perante uma das mais duras conversas da nossa vida.

“Sabem que a única forma que eu tenho de vos garantir um bebe é através da adoção não sabem?” sabíamos!?!? Claro que sabíamos mas o nosso coração e ouvidos não queriam ouvir isso… obvio que ainda que tivesse existido uma transferência de óvulos ela não nos iria garantir que a gravidez fosse bem sucedida, nenhuma gravidez dita normal garante um bebe saudável no final… mas os pais preenchem todas as duvidas e medos com esperança e amor. Basicamente o que estava na mesa era: adoção e colocaríamos fim aos tratamentos; doação de óvulos frescos (em que a dadora faz o tratamento ao mesmo tempo que a recetora) ou óvulos congelados (podendo recorrer a bancos internacionais mas que são sempre de inferior qualidade quando comparados com óvulos frescos), fazer novo tratamento semelhante ao primeiro (eventualmente alterando as dosagens de medicação) ou … ou dizer que chegou ao fim a luta e que o nosso plano de vida seria a dois.

Confesso que não estava preparada para ouvir isto… o Dr. Paulo Vasco… o nosso querido Dr., o que nos dizia sempre que precisávamos apenas de um ovulo, tinha acabado de nos colocar na mesa opções que estavam longe, muito longe, do que ia nos nossos corações. Assim que ouvi a palavra adoção o meu coração tremeu e senti-me a pior pessoa no mundo naqueles segundos imediatos porque o meu coração não ficou imediatamente aberto a essa opção. Quem é que em algum momento da vida não disse “eu adorava adotar uma criança se me fosse possível”… pois! Eu dissera-o, e agora que isso poderia ser uma realidade na nossa vida o meu coração fechara-se (ainda que por breves momentos… ou não). Ao meu lado o João, olhei para ele na tentativa de perceber se estava a passar pelo mesmo que eu… não consegui decifrar. E fiquei cada vez mais perdida e em pânico. E se ele aceitasse a adoção como opção numero 1, e se estivéssemos perante um assunto que não iriamos conseguir gerir? Foram segundos que me pareceram uma eternidade e ainda mal estava refeita do que que acabara de ouvir e já ecoavam outras hipóteses: doações de óvulos. Pequenas células de outra mulher que nos permitiriam concretizar o sonho. Mas… porque razão haverá uma mulher que coloca em risco a sua vida em prol de um sonho que não é o seu? Por dinheiro? Não pode ser, pensei eu, pois vai receber tao pouco em troca do que está a dar. Por altruísmo? Que coração bondoso possuem e eu tao egoísta por não ter sido recetiva à adoção no primeiro segundo. E essas dadoras mantêm contacto connosco? Poderão desistir a meio? Poderão um dia procurar-nos? Legalmente o que representam elas na nossa história. Eu estava cada vez mais perdida, mais desorientada. Não sei sequer se estava a respirar. Apetecia-me sair dali e gritar, chorar, espernear, apetecia-me que alguém me abraçasse e juntasse todas as peças que estavam a desmoronar naquele momento. O João fazia perguntas e eu mal o ouvia, o Dr. Vasco continuava a debitar informação que nós não estávamos preparados para ouvir mas que tínhamos de ouvir. Hoje eu sei que tinha de ser assim. A escolha teria de ser nossa, naquele momento ele apenas nos poderia apontar caminhos. E eu cada vez mais perdida….

Uma das coisas que ele nos disse (e eu ouvi) foi de que muitos casais precisam de tempo para avançar em alguma direção, quer seja para desistir dos tratamentos quer seja para optar por outra solução. Que era um processo que poderia demorar algum tempo por parte do casal a digerir. Outra das coisas era que caso avançássemos para a adoção ou doação de óvulos (de qualquer espécie) teríamos de fazer uma consulta com uma psicóloga, da clinica ou não, de forma a sermos avaliados e também a avaliarmos todas as hipóteses hoje faladas.

Tínhamos a nossa bagagem emocional com excesso que bagagem… não cabia nem mais uma dúvida, nem mais uma informação, nem mais uma opção… estávamos exaustos. Era tempo de conversarmos… os dois.

(continua)

10/04/2017

PULSEIRAS #117

DIA da MÃE está quase a chegar e este ano trago mais uma novidade no que diz respeito a pulseiras - as Pulseiras ÁRVORE DA VIDA.

A árvore da vida representa a Grande Mãe e possui uma figuração simbólica com significados muito diversos em diferentes culturas. É um símbolo sagrado da criação, fecundidade e imortalidade. Ela representa a ligação entre céu, terra e submundo.

Pulseiras em aço, que não oxidam/não deformam/não perdem a cor, com duas opções diferentes:

REF. PAV01 - Pulseira de malha dupla prateada, com árvore da vida no mesmo tom e aro em cinza chumbo (possui um extensor que permite alargar até aos 21cms) com cerca de 25mm de diâmetro;

REF. PAV02 - Pulseira de malha prateada e árvore da vida com cerda de 16mm de diâmetro e que possui um fecho muito original de correr.

REF. PAV03 - Pulseira de malha dupla prateada, com árvore da vida no mesmo tom e aro em branco (possui um extensor que permite alargar até aos 21cms) com cerca de 25mm de diâmetro.

Ousam?




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