12/07/2018

A TRIBO REUNIU-SE: FESTA DO PRIMEIRO ANIVERSARIO






Os convidados

De tudo o que havia para fazer para a festa esta tarefa era a mais difícil de levar a cabo. Ter de escolher quem iria estar presente nesta data tão importante era uma missão para a qual não estávamos preparados. Graças a deus que somos tremendamente abençoados com a família do coração e os nossos pequeninos foram acolhidos por todos de uma forma que nunca saberemos explicar. Quando nos apercebemos já tínhamos chegado às quase 80 pessoas sem grandes problemas e tivemos de parar pois o espaço e a carteira não comportavam mais. E mesmo faltando pessoas foi incomensurável a alegria de ver tanta gente de quem gostamos ali reunida em torno da nossa recente família de 4.


Os presentes

Não. Não vou cometer a indelicadeza de os referir correndo o risco de me esquecer de algum mas não posso deixar de referir que, não fossem duas queridas amigas me perguntarem o que os twins precisavam, estes nem um brinquedo receberiam. O medo de ver convertido o nosso pequeno T3 numa sucursal do Toys r us não se concretizou, mas deu lugar a um closet de fazer inveja a muitos fashion vctims. Gémeos “quitados” para toda uma estação primavera/verão (se ela chegar). Tudo tao bonito e com tão bom gosto que apenas fomos forçados a trocar o calçado de Pedro (que já calça um número acima do irmão) e uma ou outra peça que já tínhamos igual (não há assim tantas lojas com coisas giras para rapaz e acabamos todos por ir aos meus locais)


O catering

Aqui os créditos vão na totalidade para duas pessoas: A Joana da @valorfuschia e a senhora minha mãe. Sem elas nada seria possível, nada teria o mesmo gosto. Uma com os seus docinhos que têm tanto de lindos como de saborosos e de um bom gosto extremo e a outra com os seus salgados de fazer inveja ao mais fantástico dos chefes. Não houve ninguém que não elogiasse croquetes, rissóis, pasteis de bacalhau,…
A mim coube-me as musses (faz-me tanta confusão escrever esta palavra assim mas em português é mesmo assim) de manga e de chocolate, que também não desfazendo foram bastante elogiadas. Por fim mas não menos importantes também tenho de referir os magníficos pães recheados da autoria da minha prima (que já herdou as receitas dos salgados da minha mãe e que se quiserem podem contactar para vos ajudar com os salgados nas vossas festas, basta me perguntarem como a contactar) e à minha querida amiga Ana Carina que não comendo nada com sistema nervoso central ainda teve de fazer o seu magnifico guacamole ou passava uma barrigada de fome. Sim porque eu não convido pessoas para a “minha casa” e depois não ter nada que elas pudessem comer (já me fizeram isso e não é agradável) e tive o cuidado de falar com ela antes dizendo-lhe que iria fazer uma salada de fruta mas que achava pouco, ao que a Ana prontamente disse “Guacamole”. Pessoas eu nunca fiz um guacamole na minha vida, nem tao pouco ainda sei escolher bem a abacate (é uma luta que perco sempre, ou estão verdes ou maduros em demasia). Comprei todos os ingredientes ( com exceção dos coentros que me esqueci, que ela comprou e que ainda não paguei ah ah ah) e no dia… na hora da festa lá estava a Ana a nosso guacamole e a brindar-nos com um húmus de bónus. És a maior Ana! Não só mataste a tua própria fome como mimaste todos com os teus dotes culinários.
Os chocolatinhos que oferecemos aos convidados foram um sucesso garantido entre crianças e adultos e a minha querida Patrícia e a sua Kitschnet foram surpreendentes.


A roupa

Queria uma coisa fácil de vestir, prática e que eles se sentissem confortáveis ao longo da festa. A Knot foi logo a minha primeira escolha e a primeira loja a visitar. O tempo estava instável (que novidade, não é?) e por isso acabámos por comprar duas partes de cima: umas jardineiras de tecido riscado brancas e azuis + umas camisas de linho brancas de manga comprida e dois polos brancos de manga curta. Para fechar o conjunto em beleza um presente querido e antecipado dos primos: umas Victória azuis escuras superconfortáveis. Não vale a pena complicar com crianças e as jardineiras evitaram que andassem sempre de “fralda de fora” enquanto saltavam de colo em colo… e foram muitos!


A decoração

Aqui sinto que falhei. Fiquei um pedacinho triste pois não consegui completar a visão que tinha para esta festa. Três horas para decorar tudo não chegou e fui obrigada a simplificar e a relativizar. Repeti vezes sem conta dentro da minha cabeça “Não te chateies, o importante é estarmos todos reunidos”. Fiquei com imensos balões por encher, e caso não tivesse os 4 balões da Docinho de açuçar ( o numero 1 de um metro, um F e um P com 80 cms prateados e uma estrela verde com 50cms), esta seria possivelmente a primeira festa infantil sem um único balão. Shame on me! Sobraram imensos balões de papel tipo santos populares que seriam para pendurar nas arvores, mas… que não saíram dos sacos. Porem todos foram super gentis e queridos comigo e elogiaram tudo de uma forma muito querida. As costelas de adão, as frases soltas colocadas pontualmente aqui e ali, as caixinhas de pipocas e de batatas fritas, a personalização der todos os artigos foram largamente elogiados, não sei se por cortesia ou por mérito real. E a peça criada especialmente para os nossos pequeninos pela tao talentosa Sara da Rocknbake e as formas de de papel da Sara A oficina da flor foram sem duvida pormenores que fizeram a diferença e me ajudaram a ouvir tantos elogios.
No geral acho que ficou um conjunto harmonioso e bonito, num verde esperança que nunca nos faltou ao longo dos últimos meses.
De referir que num saco a um canto esquecido ficaram gomas, rebuçados, aperitivos,… mas ao que parece ninguém deu pela falta destes clássicos. Podem rir-se: uma mãe de gémeos a organizar um mega evento já seria de prever que se iria esquecer de muitassssss coisas (e acreditem que é das coisas que mais dificuldade tenho tido em aceitar… esta falta de tempo, estes esquecimentos jamais aceitáveis no meu passado não muito longínquo).



O espaço

Perfeito. Era tudo o que pretendíamos: um espaço verde controlado, em que as crianças conseguissem brincar, pular e comer e os adultos tivessem liberdade também eles para usufruírem de momentos de convívio e lazer sem grandes preocupações. A sala de apoio, a mini cozinha, a casa de banho foram mais do que suficientes para servirem de apoio à festa.

No alpendre colocámos toda a comida e na hora de cantar os parabéns colocámos uma mesa no centro do relvado de forma a que ficássemos rodeados por todas as pessoas queridas que ali estavam. Foi um momento magico registado magistralmente e transformado no vídeo mais querido de sempre. Obrigada Jorge matreno



As emoções

Não é à toa que deixo este capítulo para o fim. Foram dias difíceis os que antecederam a festa. Senti-me fragilizada, emocionada, chorosa,… era o culminar de um ano difícil, com muitos altos e baixos, com um crescimento pessoal gigantesco, um ano de luta, de idas sem fim ao hospital, de recuos, de avanços, de procura de respostas,… e o que faço eu? Choro!
Preparar esta festa era tentar que este ano terminasse de forma bonita , serena e rodeada da família que o nosso coração escolheu. Era reunir no mesmo espaço todas as pessoas importantes das nossas vidas… dos quatro. Não foi a festa perfeita mas foram momentos perfeitos que guardaremos para sempre na nossa memoria e nos nosso corações.






Somos uma família recente mas imensamente abençoada por todo o carinho que chega a nós, quer sob a forma de um abraço físico ou de uma mensagem virtual. A todos os que nos guardam amizade e carinho OBRIGADA estes são os valores que mais importância tiveram ao longo deste ano … estamos preparados para um novo ano!





















05/07/2018

NÃO! O TEMPO NAO CURA TUDO!

Partiste há mais de 30 anos… 

Foi contigo que percebi que a palavra saudade não se cura com o tempo. Foi contigo que me foi apresentada a finitude. Foi contigo que percebi que as surpresas nem sempre são boas. Foi contigo que percebi que nunca mais a palavra tio teria o mesmo significado. Foi contigo que conheci a dor da ausência forçada. Foi contigo que desejei o mal a outra pessoa (a tenra idade faz-nos ser demasiado egoístas e pensar demasiado no "e se…"). Foi contigo que passei a afagar o mármore frio como se dos teus braços se tratasse.

Foi por ti que deixei de ir àquela praia. Foi por ti que lá voltei anos depois. Foi por ti que nunca mais lá voltei (dói demasiado).  Foi por ti que dei a mesma face vezes sem conta. Foi por ti que alimentei relações que apenas sobreviveram com o meu ar. Foi por ti que liguei, que lutei, que procurei, que falei, que tentei, que me rebaixei, mas foi por mim que coloquei um fim. 

É por ti que as minhas lagrimas jamais secarão tio… já não resta nada. Todos se foram e ficámos sozinhas. Por onde andas? Queria tanto que visses estes pequeninos que carregam uma parte do teu/nosso nome. Queria que também eles se irritassem sempre que os puxasses para cima pelas orelhas (o que eu dava para sentir isso de novo). Queria tanto continuar a receber bombocas pelo natal. Onde andas meu tio? Estamos tao sozinhas… Por mais que a memoria me leve os cheiros e os sons nós não te vamos esquecer. Se depender de nós estarás sempre vivo nas nossas vidas…

Que merda... não!!! Não!!! O tempo não cura tudo e já lá vão mais de 30 anos… mas sabes tio, nunca te deixaremos morrer ainda que a morte já te tenha levado! nota - o meu tio morreu com, o que se julga ter sido, uma embolia cerebral quando entrou dentro de água para salvar uma pessoa … que se salvou de morrer afogada.


FIOS #127



 Mais uma novidade a chegar os Fios CHAMADORES DE ANJOS em formato de coração. Como resistir a este amor em forma de pendente?

São fios em corrente de aço (material que não oxida, não perde a cor) com 81 cms de comprimento e fecho em zamac (material que não oxida nem deforma com banho de prata), medalha redonda em aço com logotipo da FIOAPAVIO, e com um pendente (em liga metálica que pode conter uma percentagem de níquel) arrendado com folhas estilizadas e cerca de 25mms em forma de coraçao, que abre, e que contem um guizo em forma de bola com 18 mms de diâmetro de cor rosa.

Este Chamador de Anjos tem a particularidade de poder ser aberto para colocar também um pedido, um desejo, uma mensagem.

Deixo-vos aqui algumas das lendas e historias que estão associadas a peças como estas que hoje vos trago:


Uma lenda milenar relata que uns duendes, seres muito próximos e amigos dos anjos, tiveram de fugir do bosque onde viviam. Em sinal de amizade e proteção, os anjos ofereceram uns guizos aos duendes que serem usados unicamente por eles. Esses guizos deveriam ser ativados sempre que se sentissem desprotegidos ou com medo, bastando agitá-los para que os anjos viessem em seu auxílio. Porém, esse "Guizo dos Anjos" vinha — e permanece — com uma obrigação: depois de colocado, jamais podia ser oferecido ou usado por outra pessoa pois se tal acontecesse perderia toda a sua magia, encanto e poder de proteção.

Na Índia, os Chamadores de Anjos são usados pelas grávidas em volta do ventre presos com uma fita. Creem que protege o bebé e a saúde da mãe durante a gravidez.

Na Europa, existem relatos que eram usados para o contato com os espíritos da natureza e com a fada madrinha que protege e concede os dons a cada criança.

Depois do parto as mães penduram-no ao peito durante a fase de amamentação, mais tarde pode ser usado no carrinho e na cama do bebé de modo a proteger e tranquilizar as crianças. Na fase dos pesadelos e medos noturnos os Chamadores de Anjos são muito úteis para acalmar a criança, pois o som familiar dissipa os seus receios e ajuda a criança a dormir tranquila.

Os Chamadores de Anjos iluminam e energizam os ambientes, transformando as negatividades em harmonia. Para tal basta sacudi-los levemente para sentir a presença reconfortante dos Seres de Luz.


Envie as suas questões/pedidos de alterações para fioapaviobazar@gmail.com ou mensagem privada via FACEBOOK ou INSTAGRAM

Ousam?




22/06/2018

ENTRE O MINUTO 9 E O 10 A FELICIDADE CHEGOU PARA FICAR

No dia 22 de Junho de 2017 às 13 horas e entre o minuto 9 e 10 a minha vida mudou para todo o sempre!

Parabéns meus amores pelo vosso primeiro aniversario!

17/06/2018

TU FAZES ANOS E ENTÃO?

Nos últimos anos esperei por aquela conversa que nunca aconteceu.
Nos últimos anos esperei pelo telefone que nunca atendi.
Nos últimos anos esperei pelo abraço que nunca senti.
Nos últimos anos esperei pelas lagrimas de alegria que nunca limpei.

Tem sido assim nos últimos anos.

O luto dos vivos continua a ser das coisas mais difíceis de lidar mas eu chego lá... um dia.

Hoje fazes anos… e então?


15/06/2018

DAS DUAS TRÊS...




Das duas três: ou com a idade tenho ainda menos paciência do que é habitual ou as funcionarias de algumas lojas têm tanta preparação para atender ao publico com um macaquinho da selva amazónica, ou então é um conjunto das duas.

Ontem fui com a minha ficha tripla a uma loja da Zara (mãe e filhos). A minha mãe quis experimentar umas coisas, e como tem vários problemas de coluna e já foi operada a uma mão tendo dificuldade em abotoar e desabotoar os botões mais pequeninos, eu ia entrar nos provadores com ela.
A minha mãe entra e eu apercebendo-me de que a funcionaria me estava a vetar a passagem perguntei: "desculpe posso entrar para ajudar a minha mãe?"... a partir daqui foi tudo um pedacinho surreal:
F - Não pode entrar porque não há espaço.
SSF - Desculpe?? Não há espaço? como?
F - Já está aqui uma senhora com um carrinho (omitindo a verdadeira razão para me estar a impedir a entrar… mas eu já explico)
Perante esta resposta eu disse:
SSF - Percebe que esse argumento não faz sentido algum: e se eu quiser experimentar algumas das peças que a minha mae levou? E se estivesse de cadeira de rodas? também me ia impedir de entrar porque sim?
Silencio constrangedor de quem estava a usar os dois neurónios disponíveis naquela cabecinha…
F - se quiser passar passe..
SSF - Deixe estar muito obrigada, se eu realmente quisesse já o teria feito.
F- Passe, passe… pode passar eu já disse que podia passar.
Esperei cá fora.
A minha mãe saiu e foi nesse momento que entendi a verdadeira razão pela qual nós não cabíamos: no corredor estava uma ventoinha a libertar ar quente!! Pois isso mesmo: ar quente!! E porquê perguntam vocês? Porque é preciso vender roupa de primavera/verão, porque há toda uma coleção a acumular nos armazéns. Já fui gerente de uma loja deste género e este é um dos "truques" usados.

Mas a parvoíce ainda estava longe de atingir o seu pico máximo.

Estou eu e a minha mãe a comentar este assunto da ventoinha quando uma funcionaria que andava por ali largou um "O ar condicionado está avariado e é por isso que a ventoinha está lá" ao que a minha mãe lhe respondeu " ah é por isso que está a enviar ar quente num espaço sem ventilação natural e quando já está imenso calor na loja, percebe que isso não faz muito sentido não percebe" e agora senhores e senhoras sai um "se está insatisfeita vá apresentar uma reclamação ao balcão central"

Toin toin toin toin toin Qual é a coisa que qualquer gerente de loja teme que aconteça (ainda para mais em lojas com estas características)? Reclamações!!! E esta funcionaria eximia e dedicada estava a indicar-nos o caminho que caso não nos tivessemos lembrado ela estava ali a servir de lembrete. Menos, muito menos.

Não apresentei reclamação porque não estava para aí virada mas vim de lá a pensar que das duas três: os as novas gerações não se interessam pela qualidade do serviço que prestam, ou a entidade patronal não lhes dá a formação necessária (nomeadamente gestão de conflitos) ou (e infelizmente é no que eu acredito) um misto das duas.

É por coisas como estas que estou cada vez mais adepta do online. Viva viva!

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