01/04/2017

ANÉIS #10

Mais uma proposta de aliança da coleção SS17 by FIOAPAVIO, simples mas carregada de amor - aliança TRUE LOVE!

Uma aliança em aço inox  (material que não oxida, não deforma e não perde a cor) com corações recortados e 4mm de altura.

Ousam?


29/03/2017

PULSEIRAS #116

Deixo-vos mais uma peça dedicada às madrinhas - uma pulseira TINY SPECIAL MADRINHA.

Uma pulseira com uma peça oval em alumínio (material super leve, que não oxida nem deforma) com o texto "A melhor madrinha do mundo", com coroa recortada e coração gravado com cordão de camurça colorido (existem várias cores: preto, amarelo, verde menta, coral, branco, castanho,...) e missangas em zamac prateado (material com banho de prata que não oxida nem deforma).

O texto e as cores da camurça podem ser alterados a seu gosto, basta que envie mensagem via  instagram ou facebook ou email para fioapaviobazar@gmail.com.

Ousam?




28/03/2017

FIOS #97

O Dia de Ramos, 9 de Abril, está quase a chegar e é aquele dia em que se celebram os padrinhos.

Este fio KEEP IT SIMPLE é totalmente dedicado às MADRINHAS.  Um fio de aço inox prateado com bolinhas douradas (com cerca de 45cms de comprimento) e uma medalha de alumínio prateado (material que não oxida nem perde a cor super leve) com gravação "Madrinha gosto de ti daqui até à lua" em forma de lua, 35x30mm, e um coração dourado pequenino com nome do afilhado/a.

É possível escolher outra malha do fio. Para mais informações ou orçamentos enviar MP via instagram ou facebook ou email para fioapaviobazar@gmail.com

Ousam?




27/03/2017

OS NOMES QUE JÁ HABITAM NOS NOSSOS CORAÇÕES


Como escolher o nome de dois seres que desde o primeiro momento transformaram as nossas vidas e que os acompanhará para toda a vida? Para nós só havia uma forma... com o coração!

Há muito tempo que íamos falando sobre este assunto, mesmo antes da gravidez ser uma realidade. E o consenso em nomes de meninas era unanime, mas no de meninos.... não era tao linear e então não aprofundávamos muito o assunto. Até que o destino nos pregou esta maravilhosa partida de estarmos grávidos de gémeos meninos.
Primeiro surgiu o problema de quantos sobrenomes iriamos colocar aos nossos pequeninos, se o João estava de acordo com o que o pai me fez quando me registou eu desde sempre disse que jamais colocaria um comboio de nomes aos meus filhos. Eu tenho 7 nomes e uma partícula, carrego a herança de todos os avós (com orgulho é certo) mas o que isso me dificultou ao longo da vida cada vez que era necessário assinar? E não me venham  com a treta "podias sempre encurtar o nome quando renovasse o cartão do cidadão"... pois claro pessoas iluminadas e quando estamos perante o papelinho escolhemos como? O sobrenome da avó querida que nos fazia torradinhas à lareira? O sobrenome da avó que dizia sarinha como mais ninguém o consegue dizer? O sobrenome de um avô que nunca se conheceu mas que sempre foi presente na nossa vida? O sobrenomes de um avô que nos ensinou a amar a terra e as pessoas do nosso Alentejo? Pois... não se consegue! E durante toda a minha existência habituei-me a demorar meia hora a assinar (um nadinha exagerada eu sei).
Seriam então 3 nomes e uma partícula (que vem sempre associada a um dos meus sobrenomes)!
E os próprios? como escolher os nomes próprios para as crianças?

Regressemos à nossa peregrinação, regressemos ao momento em que nos reunimos em Fátima, em torno da estátua de João Paulo II e que orámos em conjunto. Em recolhimento e sempre sem promessas lembro-me de olhar à minha volta e de ter libertado este pensamento "Sabes mãe gostava que um dia, se me desses a graça de ser mãe como tu, o nome do meu filho saísse daqui... deste espaço de luz que tantas respostas e paz me dá". Sem promessas, claro. Era apenas um desejo de uma mulher que ansiava a maternidade.
Eu não sou um exemplo de católica, não sou beata bem longe disso, porém deixo que a minha fé se manifeste nestes pequenos (grandes para mim) gestos.
Quando descobrimos que estávamos grávidos começámos a pensar em nomes, houve logo um que reuniu consenso entre nós: PEDRO. O João gostava muito e eu... como não gostar de um nome que é meu desde o momento em que cheguei ao mundo, um nome que é a herança do meu Alentejo, um sobrenome que me orgulha? Habituei-me a ouvir direcionado a várias pessoas de família "é mesmo Pedro" (referindo-se ao facto de sermos pessoas de personalidade forte e grande carisma, facilmente confundido com teimosia... ah ah ah) e gostava de me sentir parte deste clã.
Pedro que significa "pedra", "rochedo". Pedro que foi um dos discípulos mais próximos de Jesus, além de ser também considerado um dos principais pilares da igreja católica primitiva. Pedro que terá atendido ao pedido de Jesus construindo a primeira Igreja. Pedro que é considerado o primeiro papa. Pedro era o primeiro nome escolhido.

O problema chegou quando numa eco às 11 semanas o Dr. Álvaro nos lançou a hipótese de termos uma menina... sem certezas é certo e um bocadinho em contradição com o resultado do exame NEOBONA que apenas referia presença do cromossoma Y. E logo, logo, pensámos em sintonia "Pedro e Maria". A avó paterna é Maria, as minhas avós todas eram Marias, eu sou Maria, a única que não tem este nome é a minha mãe mas que já estaria devidamente representada no Pedro. Perfeito. Só que não!!! Afinal na eco da 18 semanas os rapazes de forma descarada apresentaram-se ao mundo... e era preciso encontrar mais um nome de menino. Uma vez que não havia consenso pois o pai das crianças tem uma alergia a nomes que ele considera "queques" e que eu, confesso, não desgosto, decidimos que cada uma faria uma seleção de nomes e depois iriamos ver se havia algum que fosse comum. E assim foi.
Daí resultaram alguns nomes, não muitos, mas houve logo um que me fez bater mais o coração: FRANCISCO! Mais um nome do meu avô materno alentejano (que era Eduardo Francisco Pedro), que significa "livre", o nome do Papa mais querido de todos e que ficará certamente perpetuado na nossa historia, o nome daquele que será o mais jovem santo o nosso querido peregrino de Fátima... não havia duvidas estava escolhido o nome que faltava.

Finalmente os nossos corações já tinham nomes.

Neste processo não consultámos ninguém. Não discutimos este assunto com outros. Foi uma opção nossa, pensada, falada e refletida a dois. Sabemos que muitos irão adorar, outros tantos irão detestar mas... quando as escolhas são feitas com o coração serão sempre as escolhas certas para nós.

A partir de agora o nosso amor maior chama-se Francisco & Pedro!

nota - e como nada é por acaso, uma querida cliente chamou-me a atenção para uma coisa. Os nossos filhos têm as inicias da minha/nossa Fio a Pavio !! MARAVILHOSO!


25/03/2017

MEMÓRIAS DE UMA MÃE EM CONSTRUÇÃO #12




27 de Agosto

Foram 3 dias a tentar manter o foco positivo, a tentar que tudo à nossa roda tivesse o máximo de normalidade (como se não estivéssemos à beira de um passo determinante na nossa luta e percurso). Foram dias intermináveis… com mais horas do que as que desejaríamos.

No dia 27 foram duas as injeções mas em compensação no dia seguinte não haveria lugar a picas. A noite anterior à punção foi diabólica. Vira para um lado, vira para o outro e o sono nada de vir… rezei. Perdia-me nas palavras e voltava ao inicio… nada me fazia concentrar, nada me fazia descansar (e era importante faze-lo pois iria ser sedada) … não me lembro qual o meu ultimo pensamento pois acabei por me deixar vencer pelo cansaço.


29 de Agosto

O dia da punção. Finalmente iriam ser-me retirados os óvulos que desenvolveram para mais tarde serem fecundados. Uma parte de mim ia-me ser retirada… a melhor parte de mim queria eu acreditar. Os óvulos mais perfeitos e resistentes. A guerra ainda estava longe de ser ganha… uma batalha de cada vez.

Mal chegámos à clinica fomos reencaminhados para um quarto privado para fazer a preparação: vestir aquela bata e cuecas sexys (momentos que dão sempre para descomprimir e partilhar risos nervosos), colocar o cateter e aguardar que a Okana me reencaminhasse para o bloco.

Recordo-me que escondi todos os medos e receios no meu melhor sorriso. Todos me diziam que era uma pessoa muito positiva e que era bom que todos fossem assim (se eles soubessem o que este sorriso já escondeu… o que esconde neste momento tao importante). No bloco o Dr. Paulo Vasco, o embrionista Ricardo, a Oksana e a anestesista (mais querida) Fátima… eram estes os meus companheiros de viagem. Era neles que eu estava a depositar, mais uma vez, todas as esperanças. Mais uma vez fixei o olhar num ponto e voltei ao meu local de oração favorito… fui até Fátima. Não sei quanto tempo la estive mas sei que acordei bem disposta, lentamente, e que em 30 minutos já estava a comer qualquer coisa (que isto de estar em jejum muito tempo não é para uma rapariga como eu). A Oksana veio ver-nos e dizer que em breve o Dr. Vasco nos viria fazer uma visita. Não passou muito tempo até que a porta se abrisse e as novidades chegassem: tinham sido aspirados 3 óvulos do ovário direito (e eu pensei logo… um! Só precisamos de um bom para ter uma gravidez, logo o saldo é positivo. Fé! Acreditar!).

Agora apenas restava esperar… de novo. Sempre este verbo, sempre! Era a vez do Ricardo entrar em ação e tomar conta dos nossos óvulos. Teríamos de esperar 3 dias e se tudo corresse bem no dia 1 de Setembro seria feita a transferência para o meu corpo. E nesse dia teríamos dado um passo gigante neste nosso longo percurso (quando comparada com outras historias a nossa foi bem curtinha, mas para quem a vive parece não ter fim).

Saímos da clinica bem-dispostos, devo dizer que me sentia bem e a caminhar com alguma normalidade. E regressámos a casa para descansar (indicações do Dr. Paulo Vasco que eu sempre acatei). A única coisa que poderíamos fazer agora era ter sempre o telemóvel contactável, sempre com bateria e sempre com rede, pois o Ricardo iria ligar durante 3 dias para fazer um relatório sobre os óvulos retirados.

Sei que é recorrente nestes meus desabafos o esperar, o aguardar, o rezar, o ansiar, mas não encontro outra forma de descrever o estado de espirito vivido. Todos estes verbos eram o resumo dos meus dias. Era com eles que me deitava (nem sempre para dormir porque o sono desaparecia diariamente), era com eles que me sentava à mesa para comer, era eles que compartilhava com o João e com algumas pessoas mais próximas… eram eles que nos/me dominavam.

Normalidade… eu tinha me obrigar a alguma normalidade e escondi-me na minha/nossa FIOAPAVIO para o fazer. Pensar em executar peças para pessoas queridas que desconheciam a montanha russa emocional que vivíamos era o truque.

Teriam passado pouco mais de 24 horas, desde que nossa punção tinha acontecido, quando o telefone tocou. Juro-vos que se o meu coração não parou… faltou muito pouco. Era o Ricardo, o embrionista, dois 3 óvulos aspirados apenas um tinha sobrevivido. Agradeci-lhe da melhor forma que soube e ficou prometida uma nova chamada para o dia seguinte. Mentiria se não vos dissesse que as lagrimas já me rolavam pelo rosto ainda mal tinha desligado a chamada. Permiti-me chorar até que as lagrimas secassem, liguei ao Joao e claro do outro lado as palavras que o meu coração precisava ouvir: “UM, precisamos apenas de UM e ainda temos esse UM. Um lutador”.

E nas 24 horas seguintes foi esse UM que permitiu que nos mantivéssemos esperançosos. Amanha seria outro dia.

Não se consegue dormir descansada quando se tem algures sob observação num laboratório um pedaço de nós que luta pela sobrevivência. E o meu pensamento estava preso a isso.

Mais um dia para enfrentar, mais umas horas até que soubéssemos se haveria transferência (seria dia 1 de Setembro), mais uns minutos a simular uma concentração que não existia.

O telefone não tocou à mesma hora do dia anterior… hesitei em ligar mas… é preciso acreditar nos técnicos que nos seguem e esperei. Esperei. Esperei até que tocou. AVA Clinic no visor e, aqui entre nós acho que nem deixei que se ouvisse meio toque, atendi. Era o Ricardo, que de uma forma delicada me dizia que o nosso embrião não tinha sobrevivido. Sempre atencioso e cuidadoso na escolha das palavras não podia pedir mais deste excelente profissional. Desliguei a chamada e não sei bem de onde saiu o som mais grotesco… sei que estava preso dentro de mim e que se libertou naquele momento. Tínhamos voltado ao início… não tínhamos nada. Nada mais do que o mesmo sonho com que iniciáramos esta historia.

Chorei… chorei muito (não vou esconder)... não sei durante quanto tempo mas rapidamente percebi que tinha de fazer algumas chamadas. Tinha de dividir esta dor com os que nos acompanharam em todos os momentos na tentativa de multiplicar a esperança… de novo!

Afinal de contas o que eu havia cravado na pele há uns meses eram as letras da palavra “BELIEVE”… não sabia bem como naquele momento mas tinha mesmo de acreditar… em algo, em qualquer coisa, no sonho, no nosso sonho!

(Continua)

24/03/2017

ANÉIS #9



Confesso aqui que estou completamente apaixonada por esta peça!!!!

O Anel FEATHERS é um anel em aço inox (material que não oxida, não deforma e não perde a cor) com dois lados totalmente diferentes: de um lado folhas recortadas e do outro um strass (brilhante) transparente.

Este anel é uma peça super elegante que pode ser usada de várias maneiras parecendo que é sempre diferente.

Na zona das folhas possui 10mm de altura e na zona do brilhante 2mm.

Ousam?



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