Hoje é um daqueles dias em que me apetece comer tudo o que são "porcarias" mas não se preocupem é mesmo só apetecer porque no meu menu continuam as gelatinas, o fiambre de aves, as saladas,... mi mi mi mi mi mi mi gorda sofre!!!!
28/04/2014
26/04/2014
ARTE, MOTOS E BOLACHAS DE ÁGUA E SAL
Este foi um fim de semana dedicado aos amigos e a algumas paixões. Entre um aniversario de um dos putos com mais estilo que conheço num sitio fantástico, um evento que mistura arte e motos e o melhor bolo de chocolate do mundo (o da Landeau pois claro) surgem os meus novos hábitos alimentares - andar sempre com um lanchinho preparado. Qual mala do sport billy (já ninguém se lembra de ti), agora no meio de toda a tralha (des)necessária que carrego é comum encontrar: fruta desidratada, bolachas de agua e sal, garrafa de agua com gengibre e hortelã, gelatinas e iogurtes magros.
As imagens falam por si.
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| O São Pedro deu tréguas e celebrámos o aniversário do Kiko como ele merece. |
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| Um evento que tem melhorado de ano para ano. |
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| Impossível não ficar com o bichinho e desejar mandar embrulhar uma ou duas (ou talvez três) destas meninas. |
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| Ai como é verdade esta frase, mas... |
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| (é este o aspecto do melhor bolo de chocolate do mundo da Landeau) mas... |
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| Mas... foi este o meu lanche! |
25/04/2014
REVELAÇÃO
Finalmente percebi porque raio continuo a pagar 190€ por ano de cotas da Ordem dos Arquitectos... assim posso usar a casa de banho sempre que sentir necessidade e receber uma magnifica agenda(zinha).
ps- reparem no patrocínio da agenda... lá está a escatologia associada à OA. Não fui eu que disse! Está à vista de todos.
O 25 DE ABRIL DOS OUTROS, E O MEU!
Eu sou filha da liberdade. Nasci em clima de liberdade de expressão, num país que se dizia liberto das correntes da opressão e de um governo fascista. Eu nasci a estudar, a ler e a ouvir falar num 25 de Abril idílico e romanceado, onde os militares saíram à rua, derrubaram um governo e não derramaram uma única pinga de sangue. Mas a idade e a memória dos meus revelaram-me que o 25 de Abril não se escreve apenas com palavras de alegria e jubilo. Também existiram lágrimas e angustias. E o 25 de Abril de 1974 foi dramático para a minha família. Enquanto no largo do Carmo se mudava o rumo de um país, algures no distrito de Odemira se marcava uma família para todo o sempre.
Há 40 anos disfarçados com a palavra liberdade, ladrões, vândalos e homens sem escrúpulos invadiram as terras de uma propriedade. Uma terra que era arrendada há décadas pela mesma família, não uma família latifundiária, mas sim uma família trabalhadora com calos nas mãos e suor no rosto. Roubaram descaradamente camuflados de defensores da liberdade. E não o fizeram com o intuito de fazer mais e melhor. Não. Fizeram-no por ira, por cobiça, por vingança. Fizeram-no porque a recente liberdade lhes dava agora o disfarce perfeito para as suas más intenções. Fizeram-no acima de tudo por maldade porque o sucesso dos outros ofusca (à custa da sua saúde e de muito trabalho) e se torna atraente.
Os outros, os que que ficaram sem nada, os meus, choraram, resignaram-se e fizeram a única coisa que a vida lhes ensinou: arregaçar as mangas, trabalhar e começar de novo.
Este é o meu 25 de Abril.
Esta é a minha herança!
E que orgulho tenho em sentir que esta palavra, que hoje todos usamos de animo leve, trás com ela o sofrimento do meu sangue mas também a esperança de que aquilo que não nos destrói torna-nos pessoas mais fortes.
Para vocês avozinhos (estejam onde estiverem)
23/04/2014
MIX AND MATCH #2
Preparar o dia da mãe é sempre recompensador. Poder criar peças que sejam símbolo do amor que os filhos sentem pela primeira mulher das suas vidas é sempre cativante. Cada pessoa, cada história de luta, cada nome acarreta um desafio diferente e isso é tão bom que não há palavras para o descrever.
22/04/2014
COISAS QUE ME INCOMODAM #1
Gosto muito de acessórios. Já gostava mesmo antes de eu própria os criar e não pensem que deixei de os comprar. Gosto. Compro. E uso de forma compulsiva. Continuo a apreciar o trabalho feito por outros e a ambicionar um dia ser como alguns... sonhar é bom. É motivador. É inspirador.
Se juntarmos a esta minha paixão por acessórios a minha paixão pelas palavras e a escrita chegamos a uma coisa que verdadeiramente me incomoda: ver mama escrita em tudo o que é peça destinada ao dia da mãe. Juro que não faço por mal mas apenas consigo ler M A M A (e nada mais do que isso). Zero de afecto maternal. E acho altamente constrangedor andar por aí com pulseiras ou fios com esta parte da anatomia feminina. Não tem a ver com preconceito pois sentiria o mesmo se olhasse para o lado e visse alguém com a palavra "tornozelo" ou "rim" ou até mesmo "pénis" (porque não) num pulso.
Incomoda-me, é só!
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